sábado, 27 de fevereiro de 2010

JOVEM CRISTÃO É PERSEGUIDO POR SEUS IRMÃOS NO PAQUISTÃO

Em primeiro lugar ele foi abordado com ofertas de dinheiro, casa e esposas, feitas pelo Imam local, mas então, foi agredido e ameaçado de morte por seus irmãos. Essa é a história de Riaz Masih, 26, um cristão de Kallur Kot, uma cidade de Punjab, que é culpado de não se converter ao islamismo.




Os pais de Riaz Masih, cristão, morreram quando ele era jovem. Ele, juntamente com seus irmãos e irmãs, cresceu sob a liderança de Moulvi Peer-Akram Ullah, o imam local. O líder muçulmano tentou convertê-lo ao islamismo, sem sucesso.



No dia 8 de fevereiro, Masih contou que sua casa em Kallur Kot foi invadida. “Eles me ameaçaram, dizendo que eu havia chegado a um beco sem saída: conversão ao islã ou morte”. De acordo com a história relatada pelo jovem, seus irmãos o perseguiram dizendo que “matar um infiel não é pecado”, e entra na questão de “plenos direitos em nome do Deus Todo-Poderoso”.



Anteriormente, o imam Akram-Ullah e seus irmãos haviam oferecido um milhão de rúpias (cerca de US$ 12.000), uma esposa e a casa de sua escolha para ele abraçar a religião de Maomé. Pelos mesmo métodos, o líder muçulmano havia convencido seus irmãos a se converteram e aceitar a visão fundamentalista do islã. Mas o jovem cristão nunca se entregou.



Fonte: Asia News

PREFEITO DE MOSCOU DIZ QUE PARADA GAY É SATÂNICA

Yury Luzhkov, prefeito de Moscou, diz que as paradas do “orgulho gay” são “satânicas” e promete continuar proibindo-as, de acordo com informações das agências de notícias internacionais.




“Durante anos, Moscou vem se confrontando com pressões sem precedentes para ter uma parada gay, que só pode ser descrita como um ato satânico”, Luzhkov disse para a agência noticiosa Interfax ontem.



“Não estamos de forma alguma autorizando tal parada e não vamos autorizá-la no futuro. Não deveríamos desperdiçar tempo com todas essas bobagens de direitos humanos. O que temos de fazer é reprimi-la com a total força da lei”.



As marchas mundiais de “orgulho gay” são caracterizadas por exibições descaradas de nudez, gestos obscenos e até atos sexuais em público por parte dos participantes. Os ativistas homossexuais tipicamente usam tais paradas para insensibilizar o público para sua conduta perigosa, que está ligada a muitos transtornos médicos e psicológicos.



No passado, a prefeitura de Moscou buscou combater os organizadores da “parada gay” prendendo e multando os participantes. Os ativistas homossexuais responderam apresentando queixas no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que até agora recusou dar sua decisão sobre os casos.



Luzhkov fez comentários semelhantes em 2007, depois da fracassada “parada gay” de 2006, em que ele também chamou a parada de “satânica”. Ele recebeu apoio do Patriarca Ortodoxo de Moscou e os líderes islâmicos e judeus russos têm também as mesmas opiniões dele.



Fonte: Reuters

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Israel Reivindica 2 Lugares Santos

O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, deseja inscrever dois locais da História santa, em Belém e Hebron (Cisjordânia), considerados fontes de tensão político-religiosa, ao patrimônio de Israel.




Netanyahu anunciou neste domingo, durante o conselho de ministros "que concordava em incluir na lista de bens dos Estado o Túmulo de Raquel e a Gruta dos Patriarcas", declarou à AFP seu porta-voz Mark Regev.



O Túmulo de Raquel fica na entrada de Belém, perto de Jerusalém, e o Túmulo dos Patriarcas, em Hebron, no sul da Cisjordânia ocupada.



O anúncio, altamente simbólico, foi aplaudido pelo conselho dos assentamentos judeus na Judeia-Samaria (nome bíblico da Cisjordânia) e pelo grupo de pressão pró-colonização na Knesset (Parlamento).



O Túmulo de Raquel onde, segundo a tradição, está enterrada a matriarca bíblica, é um lugar de culto judeu.



A Gruta dos Patriarcas (da Bíblia) em Hebron - ou Mesquita de Ibrahim (nome muçulmano de Abraão) para o Islã - é local santo judeu e muçulmano.



Devido a tensões entre palestinos e israelenses, a Gruta dos Patriarcas está dividida em duas partes - uma para os fiéis muçulmanos e outra para os peregrinos judeus, desde o massacre de 29 fiéis palestinos num recanto de orações por um colono israelense em 25 de fevereiro de 1994.



O governo israelense dedicou domingo um orçamento de mais de 100 milhões de dólares para preservar 150 sítios históricos de Israel.



Fonte:

Bispo Denuncia Massacre de Cristãos no Iraque

"Nós cristãos somos vítimas inocentes, não fizemos nada de mal para ninguém, queremos somente viver em paz no nosso país. Se querem nos expulsar de nossa terra é melhor que nos digam claramente ou nos deixem em paz": foi o que disse o Bispo Auxiliar Caldeu de Bagdá, Dom Shlemon Warduni, referindo-se aos recentes ataques contra a comunidade cristã de Mosul.



"Nos últimos dias morreram quatro fiéis. É uma situação trágica e peço a Deus para que abra as mentes e os corações daqueles que cometeram tais delitos contra o bem e a verdade" – ressaltou o prelado.



O bispo caldeu fez um apelo a quem possui o dever de proteger os cidadãos cristãos, cidadãos iguais aos outros, com os mesmos direitos e deveres. Segundo Dom Warduni, o governo iraquiano não está fazendo nada para impedir o massacre de cristãos.



O prelado fez um apelo também à comunidade internacional para que pressione o governo iraquiano a fim de que tome uma atitude contra tais fatos. Dom Warduni pediu à comunidade iraquiana cristã que vive nos Estados Unidos para que apresente ao Governo americano as solicitações de ajuda dos cristãos iraquianos.



"A comunidade iraquiana não pode morrer. Ajudem-nos a viver e continuar não somente a testemunhar o Evangelho, como fazemos há séculos, mas também a permanecer o que somos, ou seja, iraquianos" – concluiu o Bispo Auxiliar Caldeu de Bagdá.

Fonte: MJ

sábado, 20 de fevereiro de 2010

MANIFESTAÇÃO DE PENA DE MORTE PARA GAYS EM UGANDA

Cerca de 30 mil pessoas participaram de um protesto organizado pelo Movimento Internacional contra Homossexualismo em Uganda. Eles se manifestaram na cidade de Jinja em apoio ao projeto de lei contra os homossexuais que tramita no parlamento de Kampala e prevê pena de morte para o "homossexualismo agravado".A manifestação foi liderada pelo pastor Martin Sempa. Apesar de pacífica, os participantes carregavam cartazes com frases como "Não à sadomia, sim à família" ou "Dizemos não aos homossexuais, o homossexualismo deve ser abolido". A polícia chegou a pedir ao pastor para que o protesto fosse adiado, mas o religioso se reuniu com funcionários da área de segurança para realizar a manifestação.De acordo com o inspetor geral da polícia ugandense, Kale Kayihura, o adiamento foi solicitado porque "o governo tem alguns assuntos a especificar sobre o projeto de lei".Lei antigays pode gerar efeito dominóA África concentra o maior número de países com leis antigays. Cerca de 36 nações proíbem legalmente o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo. Atualmente, quatro países africanos punem com pena de morte o homossexualismo: Mauritânia, Nigéria, Sudão e Somália. O número pode aumentar se Uganda aprovar o projeto de lei antigays.Para integrantes de organizações defensoras dos direitos homossexuais, a aprovação da lei de Uganda pode gerar um efeito dominó nos países africanos.
Fonte: SRZD